sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O PEDRO em ""WEST SIDE STORY""


Em teatro o actor é o "poupèe (boneco) do encenador". Em "West Side Story", em fase de produção Pedro Bargado irá surpreender com o novo visual - louro e de olhos azuis-
(Extrato de uma entrevista publicada na imprensa)

Tive a oportunidade de ver o Pedro na altura em que fazia testes de imagem para a nova produção de Felipe La Feria, West Side Story. Será este o visual que nos vai mostrar ?
Garanto que fica muito bem.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Judas visto por Marisa Martins

Judas e Maria Madalena
(Pedro Bargado e Anabela)
O desespero de Judas

Jesus Cristo Superstar

Fotos cedidas por Marisa Martins http://www.olhares.com/MevolB

Obrigada Marisa.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA

"O Meu Pé de Laranja Lima"” foi assim , encenação de Rui Luis Bras , em cena durante 4 anos pela companhia Pequeno Palco de Lisboa

Manoela Amaral e Pedro Bargado

“Totoca (Pedro Bargado), Mãe (Suzana Farrajota), Jandira (Rita Matos), Luís (Sara Aguiar), Zezé (Manoela Amaral), Tio Edmundo (José Gonçalo Pais .


Esta peça de Jose Mauro Vasconcelos com encenação de Rui Luis Bras, é uma viagem ao universo infantil, em breve irá ser exibida no Teatro Politeama , alguns dos actores fazem parte do elenco que a representou no Pequeno Palco de Lisboa .

terça-feira, 14 de outubro de 2008

D' EÇA - De Eça de Queiroz

A Peça " D'EÇA ",de Eça de Queiroz pelo grupo de Teatro do Pequeno Palco de Lisboa, esteve em cena no Teatro da Trindade,o Pedro fazia parte do elenco .
José Mateus, Pedro Bargado e João Ferrador O Elenco

PEDRO BARGADO EM "FALAR VERDADE A MENTIR"

No dia 21 de Outubro de 2004 a Companhia PEQUENO PALCO estreava a peça de Almeida Garrett " Falar Verdade a Mentir" Uma comédia de Almeida Garrett, e uma das mais representativas do seu tempo. Baseia-se numa sucessão de situações equívocas criadas pela personagem motriz de Duarte, um mentiroso compulsivo. É através das repetidas mentiras deste que a acção vai avançando no sentido de se ocultarem as ditas arolas. O grande problema que se põe é o do casamento de Duarte com Amália, filha do negociante portuense Brás Ferreira. A personagem de José Félix (coadjuvada pela criada Joaquina, sua noiva) marca uma posição importante, porquanto as encenações de diversas personagens que vai apresentando vão dando cobertura às mentiras de Duarte perante Brás Ferreira, seu futuro sogro.Num momento em que se receia que Duarte seja desmascarado e que, por fim, não se efectue o matrimónio, a personagem do General Lemos vem solucionar o conflito, devolvendo a serenidade no desenlace.
Pedro Bargado, Sara Aguiar e Susana Farrajota


Do elenco faziam parte João Ferrador, José Gonçalo Pais, Pedro Bargado, Rita Matos, Sara Aguiar, Suzana Farrajota numa encenação de Rui Luís Brás

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Jacques e o Seu Amo


“Cartaz "Jacques e o Seu Amo", por Sara Aguiar”
José Neto e Pedro Bargado
Suzana Farrajota e Pedro Bargado

Joana Amaral e Pedro Bargado

domingo, 12 de outubro de 2008

Um superstar de grande nivel

Sim, um superstar de grande nivel... Pedro Bargado sem duvida uma das grandes revelações deste musical

clique na foto para ver em tamanho normal

Enquanto as noticias de West Side Story não começam a aparecer, vamos seguindo os passos de Pedro .


sábado, 11 de outubro de 2008

Elenco de Luxo . Já é recordação...

De facto um elenco de Luxo, e o Pedro Bargado na altura em que saiu esta pagina de revista ainda muito longe de saber que a personagem de Judas criada por si iria levar muitas pessoas a repetir as visitas ao teatro
Clique na imagem para ver em tamanho normal

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

PROVAVELMENTE UMA PESSOA

Recordando a caminhada do Pedro como actor, uma foto e o cartaz de mais uma peça em que participou
2007-01-20Pedro Bargado e Aderito Lopes

É manhã cedo. Num pomar de uma casa, um casal depara-se com um corpo morto de origem africana, envolto num cobertor. Um cadáver sem nome, sem história, sem explicação alguma que justifique a sua proveniência e a sua presença naquele local.
Confrontados com a descoberta e enquanto aguardam por uma resposta da polícia, os proprietários do terreno e o casal vizinho vão deixando cair as suas máscaras, expondo os seus medos e fragilidades.
As quatro personagens discutem sentimentos, revelam segredos e questionam culpabilidades obrigando-se a si próprios e ao público, a avaliar a sua posição face ao preconceito, ao racismo e à xenofobia.
Tudo isto e muito mais em Provavelmente uma Pessoa.
Uma peça encenada por Rui Luís Brás e Natércia Costa e interpretada por Adérito Lopes, Manoela Amaral, Pedro Bargado, Suzana Farrajota no TEATRO TRINDADE

domingo, 5 de outubro de 2008

Ano de 2001 - A Ilha do Tesouro


"A ILHA DO TESOURO", NO TEATRO MARIA MATOS
23/01/2001 ... "A Ilha do Tesouro", uma super-produção teatral feita a pensar nos mais novos. Há pormenores que marcam: é o caso dos sapatos pretos com duas enormes cruzes vermelhas do Dr. Liversey ( Pedro Bargado ), o divertido médico da peruca loura" ...

O caminho faz-se caminhando. Mais um passo da caminhada do Pedro...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Pedro na cerimónia dos "Globos"

Pedro e David numa foto já com alguns meses, à entrada do Coliseu na festa dos "Globos"
Pedro, obrigada pela foto.

sábado, 27 de setembro de 2008

"West Side Story" = Amor sem barreiras


Já se encontra em ensaios a nova produção de Filipe La Féria
Na revista On Line ROSA 10 podem ver imagens do workshop e dos ensaios e também declarações de de La Feria e de alguns actores que vão participar, entre eles, Pedro Bargado que diz : “É mais um desafio que aceitei com todo o prazer e alegria”

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

West Side Story no Politeama


ELENCO DO MUSICAL DIVERTE-SE NOS ENSAIOS

Depois do sucesso de Jesus Cristo Superstar e de Um Violino no Telhado(que ainda está em cena), Filipe La Féria já está envolvido num novo projecto.
O musical West Side Story, que conta a história de dois gangues rivais na América, conquistou o encenador, que já envolveu toda a sua equipa neste novo desafio.
Dois dias antes de se fechar o elenco definitivo, a CARAS acompanhou os workshops de dança e de canto, no Teatro Politeama, em Lisboa.
Entre os sessenta artistas presentes, destacavam-se Pedro Bargado,que interpretou o papel de Judas em Jesus Cristo, e Anabela .
Os dois actores estiveram sempre muito divertidos durante os ensaios de uma das coreografias que vai integrar o musical.
Os ensaios vão continuar a decorrer, estando a estreia prevista para finais do mês de Outubro.
Revista Caras nº 685
Caras Noticias

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Ainda sobre Jesus Cristo Superstar

Judas e Jesus frente a frente foi um programa de radio em que David Ventura e Pedro Bargado se 'entrevistaram' um ao outro . Numa conversa informal e agradável Pedro e David falam da peça, falam dos seus percursos e das suas participações...

http://radioclube.clix.pt/podcast/index.aspx?id=18

Aqui fica o acesso, para ouvir ou para recordar...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Teatro: ‘West Side Story’ em ensaios no Politeama, em Lisboa


La Féria já tem elenco definido
Enquanto em Nova Iorque se afixam anúncios a pedir jovens para interpretar uma nova versão de ‘West Side Story’, cujos ensaios arrancam no próximo mês na Broadway, em Lisboa Filipe La Féria acaba de completar o elenco da versão nacional do mesmo musical, a estrear no Teatro Politeama dentro em breve.


Depois do workshop que realizou este fim-de-semana, o encenador contratou mais de uma dezena de jovens actores, cantores e bailarinos para aquele que considera "o mais difícil e complexo de todos os musicais", mas ainda nem todos têm papel certo. Isso acontecerá à medida que os ensaios forem avançando. O que já se sabe é que Cátia Tavares – a jovem que vai dar corpo à protagonista, Maria – já tem duas substitutas: Bárbara Barradas e Marina Pacheco, recrutadas durante o workshop.

Até entre os veteranos há papéis em dúvida. Sabe-se que Pedro Bargado fará de Bernardo, mas o actor que brilhou como Judas em ‘Jesus Cristo Superstar’ pode vir a interpretar outro papel.

Outros jovens seleccionados este fim-de-semana foram Rodrigo Machado (que fará Riff substituto), João Monteiro (Big Deal), Carlos Martins (Chino) e Vera Ferreira (Graziella). Telmo Mendes, Hugo Goepp, Daniel Gorjão, André Fernandes, Joana Cardoso e Sérgio Lucas ainda não têm papel certo.

DETALHES

LÚCIA MONIZ E ANABELA

As actrizes e cantoras partilharão papel de Anita, amiga da protagonista, Maria.

PEDRO BARGADO

É Bernardo, líder dos Sharks, um dos gangs rivais, e que acaba por ser assassinado às mãos de Tony.

CARLOS QUINTAS

Interpreta o tenente Schrank, que persegue os gangs rivais e tenta manter a ordem.

TIAGO DIOGO

Ériff, líder dos Jets, que acabará morto, às mãos de Bernardo, por culpa do protagonista, Tony.

Ana Maria Ribeiro
23 Setembro 2008 - 00h30
Correio da Manhã

Uma entrevista...

No dia 29.02.2008 o Pedro Bargado deu uma entrevista a Claudio Anaia da Net Radio Catolica em que Pedro fala sobre si mesmo sobre o seu personagem Judas e sobre a sua caminhada de actor, cantor e compositor
Para quem quiser ouvi-lo aqui fica o link de acesso .

http://www.edicomail.net/netradiocatolica/programas_nrc/conversas_com/conversascom.xml

sábado, 20 de setembro de 2008

WEST SIDE STORY

O novo musical de La Féria tem estreia prevista para final de Outubro, em Lisboa, e pretende marcar a reabertura do Teatro Politeama.
Pedro Bargado participa neste novo musical, ao lado de outros nomes nossos conhecidos, conforme noticia do Correio da Manhã de hoje
Acedam à Noticia na SIC sobre o workshop de La Féria para seleção de candidatos ao novo musical .


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

EM CHAMAS na COMUNA já em Outubro

"Em Chamas ", encenação de Rui Luís Brás, música de Pedro Bargado, com: Manoela Amaral, Paula Sousa, Paulo B., Peter Michael, Suzana Farrajota, Teresa Faria no Teatro da Comuna
de 8 a 26 de Outubro , a não perder




...do percurso de Pedro

Do percurso do Pedro Bargado fazem parte participações em várias peças de Teatro , no grupo Pequeno Palco de Lisboa e no Teatro da Trindade dirigido por Rui Luis Bras que tem vindo a desenvolver um excelente trabalho como encenador . Pedro participou em muitos dos trabalhos em parceria com Rui, como actor e como compositor e responsavel pela sonorização .
“Provavelmente uma Pessoa” – de Abel Neves, “Jacques e o seu Amo” - de Milan Kundera, “D´EÇA” - de Eça de Queiroz e “O Meu Pé de Laranja-Lima” – de José Mauro Vasconcelos, entre outras...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

TVI DELUXE , a entrevista

Pedro Bargado, David Ventura, Laura Rodrigues e Filipe La Féria em entrevista à TVI programa DELUXE

domingo, 7 de setembro de 2008

Judas, vilão ou herói?


O musical Jesus Cristo Superstar foi indiscutivelmente um dos grandes sucessos deste ano em Portimão e eu estive lá.

Como ponto prévio devo dizer que sou um grande apreciador de música, mas no que diz respeito à religião, se estabelecermos uma escala em que no zero está Hegel e Marx («a religião é o ópio do povo») e no topo estão aquelas beatas, tão beatas que o padre as fuma, eu estarei situado acima da linha de água, na zona dos agnósticos.

Quer isso dizer que, uma vez que não consigo provar nem a existência de Deus nem a sua inexistência, estou-me nas tintas.

Basicamente limito-me a conseguir identificar algumas religiões através dos seus legais representantes: o Buda (que é o gordo) do Budismo, Cristo do Cristianismo, Eusébio do Benfica e Shiva do Hinduísmo (e quem nunca pensou em ter uma mulher com quatro braços que, de uma só vez, conseguisse trazer a cerveja, amendoins, os chinelos e o comando da TV que atire a primeira pedra). Dos muçulmanos só conheço os cartoons.

Foi precisamente a minha ignorância nestas coisas da metafísica que me fez acreditar que Judas era o mau da fita.

Felizmente que existem os musicais para acabarem com estes dogmas, porque, após duas horas de espectáculo, cheguei à conclusão de que afinal de contas Judas “apenas” teve um grave problema de imagem.

E digo mais: tivesse Judas um bom advogado ou um assessor competente e nunca seria estigmatizado como traidor, até porque na minha humilde opinião não se pode falar em traidor sem haver traição, situação que nos remete para a sempre actual tese da cabala.

Vejamos, logo na segunda cena, even on their minds, Judas faz sentir a JC, de forma clara, o seu descontentamento relativamente à forma como as coisas estavam a ser conduzidas.

Dizer as coisas cara a cara chama-se lealdade e não traição. Por outro lado, uma traição pressupõe o elemento desconhecimento.

Ora não foi o próprio JC na última ceia que não só prognosticou a sua prisão, como o mandou ir chamar os seus carcereiros?

Bem representado, Judas seria conhecido como um homem justo e honrado. Quem é que chamou a atenção para os gastos que Maria Madalena andava a fazer em compras para óleos para o cabelo? Judas!

Quem é que sugeriu que esse dinheiro fosse dado aos pobres? Judas! Os 30 dinheiros que recebeu para entregar JC foram usados em proveito próprio? Não, foram distribuídos pelos necessitados.

Além disso, alguma vez passou pela cabeça de Judas que, ao entregar JC, o estivesse a condenar à morte? Jamé! Pensou ele que o processo iria levar uma eternidade para ser julgado e que iria prescrever.

Na pior das hipóteses, que fosse punido com uma pena de suspensão de dois anos do exercício das suas actividades pregadoras como viria a suceder quase 2000 anos depois ao outro JC Superstar (Jorge Nuno Pinto da Costa), mas pena de morte nunca!

Não obstante, quando constatou todo o sofrimento que involuntariamente tinha causado ao seu amigo e mentor, fugiu para o Brasil, ou arranjou desculpas do tipo de que de manhã está-se bem é na caminha? Não! Teve um fim digno e saiu de cena, ao contrário de uns e outros que erram, voltam a errar, mas não se retiram.

Judas foi apenas e só vítima da sua ingenuidade, um instrumento nas mãos do Senhor. Sem ele, JC não se conseguiria diferenciar dos demais falsos profetas e assumir o papel de mártir!

Mas convém realçar que não foi só Judas a ter problemas de imagem.

Pedro também nos é descrito como alguém ignóbil. Renegou Cristo, é verdade, mas para melhor o compreendermos façamos um exercício de faz de conta. Imaginemos por exemplo que somos o Luis Felipe Vieira e somos apanhados pela claque dos superdragões.

Imaginemos ainda que os morcões, antes de nos aviarem uma carga de porrada, nos perguntam a nossa identidade. Eu, por mim, responderia, Nandinho ou Tone e nunca LFVieira, e vocês?

E Pilatos, não o tentou ajudar? E Herodes, quando lhe disse: JC ou te portas bem ou ainda te... arrependes, não foi amigo? Então porque é que passaram à história como os maus da fita?

Contrariamente ao departamento de marketing divinal que teve JC, estes não investiram nessa área e lixaram-se.

É por estas e por outras que prefiro passar o domingo na praia do que na missa.

Ah, é verdade, já me esquecia, o espectáculo, a adaptação, a música e a interpretação foram excelentes e ainda aprendi mais uma coisinha: gritar bravôôôôô é mais fino do que gritar Brave!!!!
*Cidadão apreciador de espectáculos

6 de Setembro de 2008 18:08
José Crítico de Bancada*

Barlavento online

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Morto é já o Judas !!!!!!!

Hoje, Pedro Bargado interpretou pela ultima vez o papel de Judas que conseguiu transformar na principal personagem da peça.

Foi o Judas que Pedro "criou" que levou a maioria dos espectadores a ir ver de novo o espectaculo.
"Morto é já o Judas" dizia o grupo de mulheres de negro... morto que está, aguardemos agora que novas e brilhantes personagens sejam "criadas" pelo Pedro nos novos desafios que esperam por ele.

sábado, 30 de agosto de 2008

Jesus Cristo Superstar despede-se com lotação esgotada


A tres dias do final a peça que encantou milhares de portugueses despede-se dos palcos com lotações esgotadissimas, isto deve-se à ousadia de Filipe La Féria de ter apostado neste musical e em actores jovens de grande talento que aqui tiverem oportunidade de mostrar o seu real valor

Na foto: Pedro Bargado, Bruno Lourenço e André Lacerda

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Divulgação do musical Jesus Cristo Superstar

Ontem, no relvado do Portimonense havia estrelas que não eram do futebol...


Quem assistiu ficou com vontade de ver os ver no palco...

As 400 representações comemoradas em Portimão

No passado domingo dia 17 de Agosto,comemoraram-se em Portimão as 400 representações do musical Jesus Cristo Superstar, numa cerimonia intima na qual participaram os actores e a produção.



Na foto, Anabela, Laura, David, Pedro Bargado e Filipe La Féria repartem a tarefa de partir o bolo.
No palco continuam a representar brilhantemente num "Arena" com a lotação completamente esgotada todos os dias.

sábado, 23 de agosto de 2008

Sessão de autografos

Após mais um grandioso espectaculo em que Pedro de novo se superou na sua magnifica interpretação de Judas



Aqui na sessão de autografos... Na falta de papel vai mesmo no braço...
Eis o autografo !!!
Obrigada Nany

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

HÁ VOLTA

Pois é, quem haveria de dizer que o ciclismo tinha chegado ao teatro...



Pedro Bargado, David Ventura e Laura Rodrigues abrilhantam o programa "HÁ VOLTA" a fazerem-nos lembrar de quem VOLTA a ver a peça uma vez e outra vez...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

A escolha de PEDRO BARGADO


Dono de uma voz poderosa, conseguiu juntar duas das suas paixões em palco - a representação e a música - com a sua estreia num musical pela mão de Filipe La Féria.



A sua primeira experiência num musical - Jesus Cristo Superstar - deixa marcas junto do público, que não esquecerá facilmente este jovem talentoso, que veste de uma forma poderosíssima e enérgica a pele de Judas. Aos 30 anos, Pedro Bargado conseguiu finalmente conjugar em palco duas das artes que mais ama: a representação e a música. O canto foi, aliás a sua primeira experiência, no concurso da SIC Chuva de Estrelas, em 1997. Só mais tarde a arte de representar entrou na sua vida, naquela que tem revelado, diz, "uma experiência enriquecedora e que me está a fazer crescer como artista". A caminhada ainda é curta, mas este jovem natural da Moita, tem uma "fé inabalável" naquilo que faz.
O LIVRO
"O Meu Pé de Laranja Lima"
Além de ser um excelente livro do escritor brasileiro José Mauro de Vasconcellos - autobiografia de uma infância marcada pela dor, mas povoada por um imaginário onírico-, tive o grande prazer de representar este fabuloso texto e compor a banda sonora do espectáculo, na companhia Pequeno Palco de Lisboa, sob a direcção do actor e encenador Rui Luís Brás Totoca e Ariovaldo - irmão mais velho de Zezé e cantor sertanejo, respectivamente-, estarão e terão sempre um lugar especial no meu coração.
O FILME
"Angel-A"
Sou dependente de cinema e é-me difícil destacar apenas um filme, pois tenho preferências muito eclécticas. De todos os que vi recentemente, guardo uma recordação forte deste filme de Luc Besson. Sem dúvida um favorito, pela estética, pela abordagem diferente, pela poesia do texto e por ser um dos meus realizadores preferidos.
O FIM-DE-SEMANA
Odeceixe
Boa comida, boa gente, praia linda com uma paisagem fantástica e relaxante.
O MUSEU
Museu Nacional Soares dos Reis
Possuidor de um enorme espólio, este museu, no Porto, conseguiu adquirir magia após as obras de renovação e ampliação. Os espaços para a contemplação das obras e das colecções de artes plásticas e decorativas fazem-nos viajar, renovar a alma, abrir o peito e valorizar o que é nosso, e que por vezes é tão esquecido. Ganha-se um novo espírito. Recomendo vivamente uma visita.
O CONCERTO
Terence Trent d´Arby
Não vou esquecer nunca este concerto que vi na Aula Magna. A sua presença em palco e a sua garra são mesmo uma força da Natureza. Dono de uma poderosa voz e de composições que nos falam ao ouvido e à alma.
A PRAIA
Ilha de Koh Tao, Tailândia
Estive lá há três anos. Um verdadeiro paraíso. Ainda não foi corrompida pelo turismo de massas e está preservado o contacto com a fauna marítima de maneira única, sem adulterar o que a Natureza nos deu de mais belo.

Por Paulo Castro Carvalho
Revista CARAS 29 de Julho 2008

domingo, 10 de agosto de 2008

sábado, 9 de agosto de 2008

APLAUSO MUITO ESPECIAL

Aníbal e Maria Cavaco Silva foram ver «Jesus Cristo Superstar» a Portimão

O Presidente da República assistiu sexta-feira à noite, no Pavilhão Arena, em Portimão, ao espectáculo "Jesus Cristo Superstar", encenado por Filipe La Féria, que pelo oitavo dia consecutivo apresentou lotação esgotada.

Acompanhado pela mulher, Cavaco Silva, de férias em Albufeira, destacou a “grande qualidade do espectáculo”, referindo que a sua presença “é também uma forma de incentivar os artistas portugueses”.
No final do espectáculo, depois de cumprimentar os actores nos camarins, o Chefe de Estado descerrou uma placa que assinalou a sua passagem pelo Arena de Portimão.


A sua deslocação ficou marcada pelo forte dispositivo de segurança, onde eram visíveis cerca de duas dezenas de elementos da PSP fardados e à civil, dentro e nas imediações do pavilhão.

O espectáculo "Jesus Cristo Superstar" está em cena, no Pavilhão Portimão Arena, até 31 de Agosto, com sessões diárias às 22h00.
Barlavento on line 9 de Agosto de 2008
Fotografias:Armindo Vicente

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

DESTAQUE

Presidente da República assiste a Jesus Cristo Superstar



O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, vai assistir à ópera-rock Jesus Cristo Superstar, de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, no próximo dia 8 de Agosto, às 22:00 horas, no Portimão Arena.

Encenado por Filipe La Féria e inspirado na maior história de todos os tempos, Jesus Cristo Superstar, mantém-se relevante e intemporal, tal como quando subiu, pela primeira vez, ao palco.

Jesus Cristo Superstar foi criado em 1970, em forma de álbum, e rapidamente alcançou um enorme sucesso de vendas. Só depois se tornou numa peça musical internacionalmente reconhecida. Passados três anos, Jesus Cristo Superstar passou para o cinema, pela mão de Norwan Jewison, transformando-se num reconhecido êxito.

Fonte: Jornal Região Sul 8 de Agosto de 2008

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

VEJO O MEU FUTURO BRILHANTE



Em 20 de Maio de 2008 PEDRO BARGADO deu uma entrevista à revista on line ROSA 10 que podem ver aqui na integra e onde Pedro fala da sua carreira e dos seus planos para o futuro que ele prevê BRILHANTE e nós também.

ESTE ESPECTACULO É MAGICO



O "actor revelação" do musical Jesus Cristo Superstar
PEDRO BARGADO


Que força, que sentimento , que representação.

O explosivo e exuberante Judas Iscariotes com que Pedro Bargado cativa todas as noites os espectadores. Voz magnifica e excelente interpretação.

Todas as noites até ao fim de Agosto no Portimão Arena às 22 horas.
Fotos espectaculo em Portimão:
Olhares.com / JRCCoelho

terça-feira, 5 de agosto de 2008

26 Dezembro 2007 CORREIO DA MANHÃ


Pedro Bargado

Sinto que o palco é o meu verdadeiro lugar





Pedro Bargado, actor e cantor, é a estrela mais brilhante de ‘Jesus Cristo Superstar’, musical de Filipe La Féria em cena no Teatro Politeama. Bargado dá corpo e voz a ‘Judas’ numa estreia muito promissora no género musical.Pode parecer heresia, mas não é propositado. A personagem mais interessante – porque mais complexa e, por isso mesmo, mais humana – do espectáculo ‘Jesus Cristo Superstar’, de Tim Rice e Andrew Lloyd Webber, é ‘Judas’, o traidor que denuncia Jesus e o entrega aos carrascos. O actor que lhe dá vida, e que conhecemos do ‘Chuva de Estrelas’ – onde alcançou o 3.º lugar com o tema ‘The Most Beautiful Girl in the World’, de Prince –, confessa-se, porém, uma pessoa religiosa...
Correio da Manhã – É cantor, tem experiência em teatro e estreia-se agora num musical. Como foi escolhido para o papel?
Pedro Bargado – O meu nome foi mencionado na produção porque me conheciam. Tinham-me visto na televisão. Fui chamado para fazer um casting. Nesse dia, o meu carro avariou na Segunda Circular, tive de o empurrar até uma bomba de gasolina e de vir de metro, mas ainda assim consegui chegar a tempo.
– Foi apurado à primeira?
– Sim.
– É católico?
– Sim. Mas não praticante.
– Foi complicado para si fazer de ‘Judas’?
– Até à estreia nem pensei nisso. Mas depois questionei-me. Quase todos os dias me magoo em cena e às vezes pergunto-me se não é castigo... Enfim, mais do que católico, considero-me uma pessoa religiosa. Falo com Deus habitualmente, mas também tenho um Buda à cabeceira.
– ‘Judas’ é a personagem mais fascinante do espectáculo.
– Está escrito assim. O público vê aquilo que acontece através dos olhos de ‘Judas’. É normal.
– Como se preparou para a personagem?
– Com muito trabalho. ‘Judas’ não é o vilão típico e eu não queria fazer uma caricatura. Li muito sobre a figura, vi filmes, procurei as obras pictóricas em que ele é retratado, procurei saber o mais possível sobre a personagem para, a partir daí, construir algo que fosse realmente meu.
– O encenador deu-lhe esse espaço de manobra? Ele não dirige os actores na ponta do chicote?
– A mim permitiu-me, sim. E a outros actores também. Há muitas maneiras de dirigir e, se a ideia do espectáculo parte do encenador, nós, actores, também temos de dar. O Filipe (La Féria) tem os dois lados: se, por um lado, aceita o que tu fazes, por outro, puxa muito por ti. Se te dá com o chicote é porque sabe que podes ir mais longe e fazer melhor. Sei que ele é conhecido pelo mau génio, mas não é porque não goste das pessoas. É porque tem a noção de que elas podem fazer mais e melhor. Só assim se vai do muito bom ao excelente.
– Vive profissionalmente do canto, mas também fez telenovelas e esteve anos com uma companhia de teatro. O que é que queria ser quando fosse grande? Tudo?
– Sempre quis ser cantor. Mas nunca tive a ambição de ser conhecido, como tanta gente. Sinto que posso comunicar mais através da música, sinto que o palco é o meu verdadeiro lugar.
– Mas o seu grande lançamento foi o programa ‘Chuva de Estrelas’, que o tornou conhecido?
– Sim. Inscrevi-me, um bocadinho envergonhado, e o meu pai disse-me: ‘Queres ser cantor o quê? Tu não cantas nada!’ Acabou por ser quase por picanço que concorri. Para lhe provar que sabia cantar.
– Quanto tempo é que acha que este espectáculo vai ficar em cena?
– Espero que muito. Eu gostaria.
– E o seu pai já se rendeu ao seu talento?
– Já (risos). Logo com o ‘Chuva de Estrelas’, ficou todo orgulhoso.

PERFIL
Pedro Bargado nasceu a 12 de Fevereiro de 1978 e é natural de Lisboa. Concluiu o 12.º ano na área de Desporto e teve aulas particulares de voz com Cristina Castro. Tornou-se então profissional da música quer como cantor quer como compositor. Foi membro dos Shout, grupo de gospell, e fez coro para Sara Tavares e Tó Cruz. O programa ‘Chuva de Estrelas’ lançou-o. Cantou temas de telenovelas, onde também interpretou pequenos papéis. Em teatro, trabalhou durante cinco anos com a companhia de Rui Luís Brás - o Pequeno Palco de Lisboa –, onde representou textos de Abel Neves, Eça de Queirós, José Mauro Vasconcelos (‘O Meu Pé de Laranja Lima’) ou Milan Kundera. Faz dobragens de séries e filmes de animação.






segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Jesus Cristo SuperStar

Ainda em cena no pavilhao Arena em Portimão , até ao dia 31 de Agosto, para quem não viu e para quem quiser rever

Uma pequena amostra , Pedro Bargado em SuperStar .

sábado, 2 de agosto de 2008

Entrevista ao Jornal Margem Sul



“São as coisas difíceis da vida que me dão prazer”


25-Jan-2008


Pedro Bargado Actor


Aos 29 anos, Pedro Bargado enfrenta um dos maiores desafios da sua carreira. Interpretar a personagem mal-amada de Judas no musical de Filipe La Feria, “Jesus Cristo Super Star”, não é um teste acessível a todos, mas, segundo a crítica especializada, o actor da Moita passou com distinção. Pedro Bargado reconhece que o caminho artístico não tem sido fácil, mas invoca o trabalho constante como o único meio para chegar ao verdadeiro sucesso.


MARGEM SUL: Como se define profissionalmente, uma vez que dança, canta, representa e compõe música?

Pedro Bargado: Talvez como artista. Acima de tudo sou cantor, porque foi a minha primeira paixão, mas gosto muito de dançar e de representar. No Fundo, tento trabalhar em cada uma destas áreas com a maior dedicação e respeito. É muito difícil para mim dizer “sou bailarino, compositor ou actor” porque vêm-me logo à ideia os grandes mestres, comparado com os quais eu não sou nada. Não tenho estudos em teatro ou em música, a única escola que tenho é a da vida e a do coração. Deixo-me muito ir pelo que estou a sentir.
MS: Mas existe alguma área de que goste particularmente?

pb: Gosto muito de cantar, mas também adoro representar e tenho muito prazer em compor. Ainda hoje estive várias horas a compor músicas para novelas. Estive cinco anos a fazer teatro não musical e foi uma óptima experiência, que me permitiu aprender muito. Apesar disso, e mesmo agora que participo neste musical de muita visibilidade, é me difícil dizer “eu sou actor”.
MS: Algumas personalidades têm vindo a público reconhecer a qualidade do seu trabalho e já foi considerado como a revelação em teatro de 2007. Como avalia estas críticas?

pb: Nestes últimos tempos, o meu trabalho tem sido reconhecido de uma forma quase consensual e isso leva a que eu me sinta mais confortável quando me descrevo como actor. Pode parecer uma falsa modéstia, mas na verdade, como respeito muito cada profissão, não me sinto muito à vontade com estas coisas, sobretudo, numa altura em que há uma banalização do “ser actor”. Qualquer pessoa que vai a um casting ou que diz duas deixas numa novela ou num anúncio auto-intitula-se como actor.
MS: Não se deixa deslumbrar pela popularidade e pelo reconhecimento?

pb: Sinceramente não. Preocupo-me mais em trabalhar e estar bem. Não sou pessoa de aparecer em todas as festas. No entanto, preocupo-me em comparecer sempre nos eventos de solidariedade para os quais sou solicitado, porque considero que é uma obrigação das pessoas que têm alguma visibilidade pública. É preciso ter a noção que a popularidade é uma coisa temporária. Hoje és conhecido, amanhã já ninguém se lembra.
MS: Neste meio é necessário ter muito presente que a popularidade é algo efémero?

pb: As pessoas ligadas ao meio artístico devem perceber que o que conta é o trabalho em si, porque todos os projectos acabam. O problema é que algumas pessoas sentem-se tão especiais com a popularidade que, quando ela acaba, entram num desespero tal, como se lhes faltasse o chão. A popularidade que não tem como base o trabalho é ainda mais efémera, porque as pessoas em causa não têm nada de verdadeiro para oferecer ao público.
MS: Teve que ser muito persistente para conseguir chegar até aqui?

pb: Corro muito atrás de trabalho, não de fama. Eu adoro o palco. Trabalhar nestas áreas deixa-me muito feliz, no entanto, se é preciso fazer outras coisas, também faço. Houve períodos da minha vida em que tive que trabalhar noutras coisas, como em lojas. Claro que me senti triste nesses períodos, mas o importante é focar os nossos objectivos. Se não está a acontecer nada na tua vida, na área de que gostas, não vale a pena desesperar. O caminho nem sempre é recto e é preciso ser persistente. Sinto-me feliz por ter chegado aqui sem pisar, maltratar ou ter feito favores a alguém.
MS: A partir de que momento decidiu viver do meio artístico?

pb: Nunca tomei a decisão dessa forma. Em Portugal é difícil viver exclusivamente da música ou da representação. Só trabalhando com entidades que se estabeleceram e com pessoas que estão constantemente com novos projectos é que é possível viver exclusivamente como artista.
MS: Este é o teu maior desafio a nível profissional?

pb: Sim, porque dançar, cantar e representar ao mesmo tempo não é fácil. Não estou a dizer que os outros géneros de teatro sejam mais fáceis. Aliás, considero que fazer comédia é muito difícil porque é preciso ter um “timing” muito preciso e as piadas têm que ter uma determinada intenção. Mas neste trabalho, para além de combinar essas vertentes todas, também não conhecia os colegas, nem tinha trabalhado com o encenador.
MS: Como é trabalhar com Filipe La Feria?

pb: É difícil mas muito bom. São as coisas difíceis da vida que me dão prazer.
MS: O papel de Judas é difícil?

pb: Sim, porque envolve um sentimento duro e pesado, mas que ao mesmo tempo não pode ser “choramingas”. Para este papel pesquisei muito na internet, sobretudo imagem e pinturas e interpretações sobre esta figura. Outro material de pesquisa muito importante foi um documentário sobre o “Evangelho de Judas”. Descobri assim um lado muito mais humano da personagem. No fundo, a partir do texto que me foi entregue e não esquecendo que os últimos sete dias de Cristo que são apresentados resultam de uma recriação dos autores e não uma transcrição da bíblia, tentei construir o meu personagem.


PEDRO BARGADO é intérprete e compositor de diversos temas musicais presentes em novelas como ”Saber Amar”, “Morangos com Açúcar” e “Tu e Eu”, e já conta com uma vasta experiência de teatro, da qual se destacam as peças 2007 - “Provavelmente uma Pessoa” – de Abel Neves, “Jacques e o seu Amo” - de Milan Kundera, apresentado no Teatro da Trindade, “D´EÇA” - de Eça de Queiroz e “O Meu Pé de Laranja-Lima” – de José Mauro Vasconcelos, apresentado pelo Pequeno Palco de Lisboa.Em Televisão participou em programas como “Academia de Estrelas”, “Chuva de Estrelas” e “Canções da Nossa Vida”, em telenovelas como “Morangos com Açúcar” e “Mundo Meu” e na série “ Segredo de Justiça”.
Regularmente, compõe e interpreta músicas para peças de Teatro e programas de televisão, e também faz dobragens para séries e filmes de animação. Foi membro do grupo Gospell “Shout” e fez backvocals com Sara Tavares e Tó Cruz.
Em “Jesus Cristo Superstar” patenteia todo o seu potencial de cantor e actor encarnando a polémica personagem de Judas.


Irina Veríssimo

Estás aqui, eu sei ...

Para além de excelente actor e dono de uma voz invulgar Pedro Bargado também se destaca como compositor. Aqui fica uma pequena amostra dessa sua faceta.



Olho nos teus olhos
Vejo palavras sem voz
Sinto o silêncio
Será a falta de nós?
Tenho a certeza
Não foste embora eu sei
Estou à tua espera
Mantenho a chama acesa
E pra mim
Estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar...
Mais ninguém ainda
Me conheceu melhor,
Melhor que tu!
Mais ninguém ainda,
Que como eu te soubesse de cor!
Tenho a certeza
Não foste embora eu sei
E pra mim estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar
E pra mim
Estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar...
Estou à tua espera
Mantenho a chama acesa por ti...
Tenho a certeza
Não foste embora eu sei
Pra mim estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar
E pra mim estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar...

(Pedro Bargado)